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quinta-feira, 6 de junho de 2013

FILO lança edição dos 45 anos

Texto: Agência UEL de Notícias

Festival Internacional de Londrina traz Renata Sorrah com a Companhia Brasileira de Teatro e os franceses da
Cie. Les Apostrophés para o lançamento
da programação 2013 na próxima semana

Renata Sorrah e Companhia Brasileira de Teatro 

Dois espetáculos marcam o lançamento do Festival Internacional de Londrina – FILO 2013 entre os dias 14 e 16 de junho. A atriz Renata Sorrah com a Companhia Brasileira de Teatro e os franceses da Compagnie Les Apostrophés são as atrações convidadas para o lançamento da programação dos 45 anos de festival. Em 2013, o FILO será de 23 de agosto a 7 de setembro. Está prevista, ainda, uma programação de encerramento no mês de outubro, com mais dois convidados entre os dias 4 e 6.

Na próxima semana, a organização do evento divulgará os espetáculos selecionados para o FILO 2103, que começa em agosto.

Agora para o lançamento, nos dias 14 e 15 (sexta e sábado), às 20h30, no Teatro Marista, estão programadas apresentações do premiado espetáculo “Esta Criança”, texto do dramaturgo francês Joël Pommerat que uniu em cena, pela primeira vez, a atriz Renata Sorrah e a Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba, com direção de Marcio Abreu.

O trabalho, que estreou no final de 2012 no Rio de Janeiro, já conquistou oPrêmio Shell de melhor direção, atriz, iluminação e cenário. O elenco traz, além de Renata Sorrah, os atores Giovana Soar, Ranieri Gonzalez e Edson Rocha.

Em dez cenas curtas, “Esta Criança” aborda o relacionamento entre pais e filhos em situações de nascimento e morte, adoção, abandono e agressão que ilustram pontos cruciais e eternos na vida dos personagens sem nome, reconhecidos apenas por relações de parentesco evidenciadas nos diálogos.

Novo circo francês

A Compagnie Les Apostrophés volta ao FILO para duas apresentações nos dias 15 e 16 (sábado e domingo), às 21 horas, na Divisão de Artes Cênicas da UEL. Em 2009, o grupo francês ganhou o público do Festival de Londrina com “Passage Désemboîté”, esquetes de malabarismo, música e dança apresentadas no Catuaí Shopping.
Desta vez, o malabarista Martin Schwietzke e o músico Pierre Diaz apresentam outro espetáculo de novo circo, “L’ecume de l’aire” (A espuma do ar), um “concerto acústico para bolas e saxofone”. No palco, os artistas conversam entre si com sensibilidade e mestria. De forma simples e com muita habilidade, eles criam uma atmosfera de sonho ao explorar a intrigante relação entre movimento e som.

Venda de ingressos

Os ingressos para os dois espetáculos estarão à venda a partir de quarta-feira, dia 12 de junho, no Centro Cultural Sesi/AML (Praça 1º de Maio, 130). A bilheteria funcionará das 9 às 19 horas.

Para as apresentações no Teatro Marista, os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada). Na Divisão de Artes Cênicas da UEL, R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

O FILO é uma realização da Associação dos Amigos da Educação e Cultura Norte do Paraná (Àmen) e Universidade Estadual de Londrina, com direção geral de Luiz Bertipaglia.

Serviço: 

Festival Internacional de Londrina – FILO 2013 - Lançamento: 14 a 16 de junho
Ingressos à venda a partir de 12 de junho (quarta-feira), no Centro Cultural Sesi/AML (Praça 1º de Maio, 130), em Londrina. Teatro Marista (Rua Cristiano Machado, 240): R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada). Divisão de Artes Cênicas/Casa de Cultura UEL (Av. Celso Garcia Cid, 205): R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). 


Realização: Associação dos Amigos da Educação e Cultura Norte do Paraná (Àmen) e Universidade Estadual de Londrina. 


Patrocínio: Petrobras, Governo Federal / Ministério da Cultura / Lei de Incentivo à Cultura, Prefeitura de Londrina / Secretaria Municipal da Cultura / Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic), Caixa Econômica Federal, Unimed Seguros e Catuaí Shopping Londrina. Apoio: Aliança Francesa. 


Informações: (43) 3324-9202 e 3322-1030. 


(Fonte: Assessoria de Imprensa FILO 2013) 

Foto: Sandra Delgado

GLENN BLOCK MINISTRA MASTERCLASS PARA ESTUDANTES DE MÚSICA DA UEL

A atividade faz parte do projeto de extensão da Casa de Cultura/UEL: “Música em Circulação: Ações Artísticas e educativas”

Glenn Block é professor na Illinoi State University, em Chicago, nos Estados Unidos (EUA)
Texto e Fotos: Pamela Oliveira

O professor de música da Illinoi State University (Chicago /EUA), Glenn Block, ministrou uma aula para os alunos de música da UEL durante sua estadia em Londrina. Block, que regeu a OSUEL em concerto da Temporada Ouro Verde 2013, aproveitou para ensinar aos alunos algumas técnicas em regência. A masterclass faz parte do projeto de extensão “Música em Circulação: Ações Artísticas e educativas da Casa De Cultura/UEL”.


A aula durou cerca de uma hora, em que foram realizados exercícios práticos de regência e de coordenação motora. Para Rafael Regilio, 2° ano de música, a experiência foi incrível. “Eu não havia tido contato com regência até agora, então tivemos uma iniciação que foi muito legal e didática”.


Glenn Block realizou atividades praticas para ensinar regência
Outros professores também estavam presentes e participaram dos exercícios. Lucy Schimiti, professora de regência, elogiou a metodologia de Glenn Block. Para ela o professor tem “uma metologia diferente sobre coisas básicas que são importantes para os estudantes”.
Jailton Santana, que ministra aulas de piano, ressalta a relevância da aula com um professor de outro país. “O fato de ele vir de outro país é importante devido ao contado da cultura com outras universidades. É muito enriquecedor para cada um dos alunos”, afirma.


O Projeto“Música em Circulação: Ações Artísticas e educativas”


Trata-se de um projeto de extensão que envolve atividades de caráter cultural, educacional, artístico e de pesquisa, e está baseado no conceito "O processo pedagógico musical como fato social total" de sua autora, também diretora da Casa de Cultura/UEL, Magali Kleber.

Dessa forma, a proposta desse projeto busca envolver a comunidade, a universidade e as escolas públicas a partir desse conceito.Trata-se, portanto, de um público alvo amplo, envolvendo o corpo docente e discente da UEL – também as Licenciaturas e os servidores Instrumentistas Musicais da Divisão de Música da CC/UEL –, Escolas Públicas e seus contextos e a comunidade universitária.  

As propostas acadêmicas e as políticas públicas voltadas para ampliar o acesso em arte têm adotado a visão antropológica de cultura que focaliza questões relacionadas com a diversidade do contexto sociocultural.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Segunda apresentação do projeto "Concertos no Campus" lota Anfiteatro

A comunidade lotou o Anfiteatro do CESA para assistir ao Quinteto de Cordas da OSUEL

O Quinteto de Cordas se apresentou nesta tarde no Anfiteatro do CESA, no Campus Universitário



A apresentação do Quinteto de Cordas da OSUEL foi um sucesso. Antes das 12h, o Anfiteatro do CESA já estava lotado, levando algumas pessoas a se acomodarem de pé. O concerto durou cerca de 40 minutos e foi bastante aplaudido. 

A abertura foi realizada por Irina Ratcheva, uma das organizadoras do Projeto "Concertos no Campus". Logo em seguida, os músicos apresentaram os instrumentos ao público e comentaram um pouco sobre as músicas a serem tocadas.

Cerca de 20 crianças também assistiram o concerto. Acompanhadas pelas professoras, as crianças ficaram atentas à apresentação, que foi muito elogiada. No programa estava Mozart, Tomaso Albinoni, Piazzolla e outros.

A próxima edição do projeto será no dia 11 de Junho, também às 12h no Anfiteatro do CESA. A entrada é gratuita. 

MÚSICA EM CIRCULAÇÃO

O Projeto “MÚSICA NO CAMPUS”  é uma das ações previstas no Projeto de Extensão da Casa de Cultura/UEL “Música em Circulação: Ações Artísticas e Educativas”, cujo caráter pedagógico e artístico, está sob a coordenação da Prof. Dr. Magali Kleber. Esse projeto cumpre o propósito de dinamizar o espaço cultural e artístico no Campus com a produção de uma temporada de concertos oferecida regularmente, para toda a  comunidade universitária, sempre na segunda terça-feira de cada mês, até novembro, às 12h, proporcionando momentos para a fruição estético-musical.


Crianças também compareceram à apresentação
Com a casa cheia, algumas pessoas tiveram de assistir em pé a aprensentação

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Diretora da Casa de Cultura/UEL participa do I Seminário Cultura e Universidade


Na próxima segunda-feira, 22, Magali Kleber, Diretora da Casa de Cultura/UEL, participará do I Seminário Cultura e Universidade: Bases para uma política nacional de cultura para as Instituições de Ensino Superior. O Seminário vai até 24 de abril e será realizado na Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador (BA).  

A diretora irá compor um dos Grupos de Trabalho, "Arte e Cultura na universidade: novos arranjos para o ensino, pesquisa e extensão", que ocorrerá no dia 24. O mesmo grupo contará também com a presença de Juana Nunes, diretora de Educação e Comunicação para a Cultura da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (MinC). Ela é também responsável pela implementação do Acordo de Cooperação firmado entre o MinC e o Ministério da Educação (MEC).

Juana Nunes falou à Casa de Cultura/UEL sobre o Seminário, os objetivos e as discussões que ele propõe. Confira a entrevista:

Casa de Cultura/UEL: O que é o Seminário Cultura e Universidade, desde seu objetivo a seu público?

Juana Nunes:  O I Seminário Cultura e Universidade é promovido pelo Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal da Bahia e o Fórum de Pró-reitores de Extensão. Ele tem  como objetivo sensibilizar, mobilizar e articular Instituições Públicas de Ensino Superior para dialogar sobre ações que promovam o desenvolvimento da cultura, envolvendo a ampliação de programas e cursos voltados para a formação, pesquisa e extensão em arte e cultura. Este encontro pretende também estabelecer diretrizes que apontem para uma plena cidadania cultural como agenda de inclusão, desenvolvimento, reconhecimento e promoção da diversidade cultural brasileira.
O público envolvido são os pesquisadores, pró-reitores de extensão, pesquisa e ensino, representantes dos estudantes e das rádios, TVs e editoras universitárias, diretores de institutos e centros de artes além de gestores públicos de órgãos como MinC, MEC, MCTI, CAPES, CNPq, FINEP e representantes da sociedade civil .  

CC/UEL: Como ocorreu a iniciativa de organizar esse Seminário?

Juana Nunes: Desde 2011, Dulce Aquino, pelo Fórum de pro-reitores, vem provocando o MinC nesta agenda. O Fórum de pro-reitores de extensão formulou no grupo de cultura uma primeira ação que previa a produção e circulação artística universitária. Com a criação da Diretoria de Educação e Comunicação, que tem como tarefa pensar e desenvolver um política de cultura para a educação, aproveitamos essas ideias que circulavam e montamos uma parceria com a Dulce, envolvemos as demais secretarias do MinC e levamos pra frente esse desejo que culminou na realização do Seminário Cultura e Universidade.

CC/UEL: Quais as discussões o Seminário Cultura e Universidade pretende promover?

Juana Nunes: O seminário busca promover discussões no campo do incentivo para a criação e para o aumento de programas e cursos destinados à formação, à pesquisa e à extensão nas áreas artísticas e culturais, e a construção de políticas públicas de cultura para educação.

CC/UEL: Quantas pessoas estão inscritas?


Juana Nunes: Cerca de 300 pessoas de todas as regiões do país.

CC/UEL: Como será a organização deste evento?

Juana Nunes: O seminário conta com 5 mesas temáticas, 7 grupos de trabalho, além de uma palestra e plenária. Tem  início na segunda-feira,  22, às 14h, com a mesa de abertura Construindo diretrizes para uma política pública de cultura para as Universidades com a participação de representantes de universidades, de órgãos do governo e movimentos estudantis.
Após a abertura, às 15h30, será realizada a palestra O legado de Anísio Teixeira para a cultura e a educação, que será proferida pelo professor Naomar de Almeida Filho, Doutor Honoris Causa pela McGill University, no Canadá.

Serviço:
A palestra, as mesas e plenária final poderão ser acompanhadas por meio de transmissão on-line, no endereço eletrônico: http://culturadigital.br/culturaeuniversidade/.  








segunda-feira, 1 de abril de 2013

Diretora da Casa de Cultura/UEL conta as expectativas para 2013

Num bate papo com Magali Kleber, diretora da Casa de Cultura/UEL desde 2012, ela contou as expectativas para 2013. Mantendo os pilares já construídos em outras gestões, a diretora busca inovar para que a Universidade possa contribuir com o desenvolvimento da cidade de Londrina.


Casa de Cultura/UEL: Como é dirigir a Casa de Cultura/UEL em sua gestão?
Magali Kleber: Para gerir a Casa de Cultura, precisamos compreender sua singularidade. Seu aspecto institucional é extremamente importante para seu funcionamento e tem de ser impecável na forma [que é executado]. Os processos administrativos, como convênios com o Festival de Musica de Londrina, o Festival UNICANTO de Corais, o FILO, a própria OSUEL com a questão do espaço para apresentações e novas contratações, requerem muita dedicação e precisão. Eu sou muito ligada aos compromissos institucionais e entendo que se tratam de processos coletivos, por isso busco me dedicar integralmente. Só sei trabalhar assim.

Magali Kléber assumiu a diretoria da Casa de Cultura em 2012


CC/UEL: Quais questões na Casa de Cultura/UEL você considera importantes atualmente?

M.K: A questão maior é promover uma política cultural dentro dos preceitos do que é uma Universidade Pública hoje, pois temos muitos programas federais estimulando a cultura, tanto do ponto de vista de verbas quanto o de políticas consistentes, que se fundamentam numa visão de mundo mais aberta, uma visão cultural com bases antropológicas, que não hierarquiza as culturas. Isso tudo é um discurso atual. Temos que pensar em uma dinâmica cultural que promova tudo isso, que também esteja ligada à questão de inclusão e ao acesso, no sentido de que nossos espaços culturais também devam se universalizar. 

CC/UEL: Qual a importância do seu papel na Casa de Cultura/UEL?

M.K: Eu sou uma mediadora cultural e busco congregar minhas experiências e relações dentro dos limites da instituição. Para elaborar projetos é necessário conhecer esses limites, pois até se você deseja extrapolá-los, você tem que ter conhecimento. Como mediadora, eu percebo a importância da dimensão burocrático-jurídica, cultural e dos valores simbólicos [da cultura].
Nós da CC/UEL temos movimentos dinâmicos, conceitos que se conflitam e se agregam, o que é normal no curso da vida e também na cultura. Então, buscamos congregar tudo isso. Eu penso que para gerir a Casa de Cultura, é preciso ter essa visão, sendo eu ou outro gestor. Além disso, busco extrair dos Chefes das Divisões (de Cinema e Vídeo, de Artes Plásticas, de Artes Cênicas e de Música) quais são seus sonhos, pois os sonhos são muito potentes. Eu preciso me valer desses pilares, sejam simbólicos ou concretos, e inovar. Como a gente inova? Começar a pensar em coisas que aparentemente podem ser utópicas, mas cabe a nós, produtores culturais e artistas, propulsionar essas ideias utópicas.

CC/UEL: Existe algo que você pretende mudar na Casa de Cultura/UEL?

M.K: A fragmentação espacial é um problema. Eu sinto a Casa de Cultura longe do Campus. Isso tem impacto na produção, mesmo que tenhamos pessoas excelentes trabalhando nela, pois, estando longe, uma área tem dificuldades de potencializar a outra. Eu tenho a perspectiva de que devemos dialogar com a comunidade interna e externa da UEL.  Nós temos feito reuniões desde o ano passado para poder propor ações mais integradas, mas acho que se pode sempre melhorar.

CC/UEL: E para 2013, quais as expectativas?

M.K: Pra 2013, eu acho que se conseguiremos unir ainda mais as quatro divisões. Vamos tentar fazer uma programação em que tenhamos mais troca, no sentido de melhorar nossa equipe de produção. Pretendemos também ampliar nossa comunicação com os programas e projetos acadêmicos e científicos, que quer dizer dar espaço para o que a universidade está propondo em termos de pesquisa e extensão. Meu intuito é responder ao que a cidade espera de nós nesse momento.  Além disso, a massa critica da Universidade é a constante para resguardar aquilo que foi construindo historicamente e impulsionar o futuro. Nosso objetivo pensar a UEL como uma instituição que possa contribuir para o desenvolvimento da cidade de Londrina, do estado do Paraná e mesmo em âmbito nacional.

CC/UEL: Como está a programação da Casa de Cultura/UEL para esse ano?

M.K: Os projetos que estamos estruturando, a partir da nossa vocação e da nossa trajetória, assim como os editais como PROEXT, PBID, Pró-docência, dos editais voltados para a realização de eventos, e os festivais que já fazemos parte (de música, de teatro, de dança e de coros), todos esses são parte de uma programação da CC em que vamos manter e melhorar. São pilares que já possuímos historicamente e que aprimoraremos ao longo desse ano.

CC/UEL: E o Filo, como ficará em 2013?

M.K.: No ano passado houve uma adaptação, novamente temos uma que busque achar as soluções. Acredito que a equipe irá pensar em apresentações que, do ponto de vista logístico, se apresentam viáveis. Não traremos espetáculos que necessitariam da estrutura do Ouro Verde, mas temos muitas outras condições para viabilizar as apresentações. Tem muita coisa boa que é possível realizar dentro do contexto de Londrina. Saberemos escolher bem para atender esta situação que é atípica, tem prazo para acabar, mas faz parte da nossa realidade.



 

terça-feira, 5 de março de 2013

Exposição "Pós-Paisagem" abre a temporada 2013



Exposição "Pós-Paisagem" tem início nesta sexta-feira,  
na Divisão de Artes Plásticas 

    "Pós-Paisagem" é a segunda etapa do Edital Arte Londrina, que inciou em 2012.   A abertura será nesta sexta-feira, 8, às 19h30 e contará com palestra de Robinson  Borba, Presidente Diretor do IPPUL (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina), sobre  “O espaço da cidade sustentável e a criatividade”. 

    Dos 51 artistas selecionados pelo edital, 19 participarão desta etapa. Os curadores  Danillo Villa, chefe da Divisão de Artes Plásticas, e o diretor do Centro Cultural de São Paulo, Ricardo Resende, selecionaram artistas que aproximam dados de paisagens, com um olhar entre crítico e melancólico, projetando espaços virtuais e deixando evidentes dados da relação contemporânea do sujeito com a natureza. 

  A exposição será na Divisão de Artes plásticas, localizada na Av. Juscelino Kubitschek, 1973 e estará aberta de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h,
encerrando-se dia 
19 de abril.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Casa de Cultura UEL e Divisão de Artes Plásticas apresentam:

Abertura da Exposição de Formatura e Ateliê Permanente 2012


A abertura do evento será dia 6 de dezembro, às 19h30 e terá fala da Profª Drª Marta Dantas!

A exposição fica aberta ao público das 8h às 12h e das 14h às 18h. A Divisão de Artes Plásticas fica localizada na Avenida Juscelino Kubistcheck, 1973


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

CASA DE CULTURA UEL apresenta




No dia 02 de dezembro, às 10h30min no Cine Com-Tour, a Orquestra Prelúdio UEL fará um concerto matutino para o público com entrada franca. 

O tema do concerto faz menção a uma das mais lindas partituras do compositor e músico italiano do estilo barroco tardio também conhecido como “padre ruivo”. O repertório do concerto, traz várias peças musicais inéditas em Londrina como o concerto La tempesta di mare escrito para violino, e que será apresentado somente o primeiro movimento com a participação do jovem solista Gustavo Henrique Bruniera Soares. 

O concerto para violoncelo de Boismortier que será apresentado na íntegra pelo solista da OSUEL Arthur Alves, que brindará a plateia com música francesa no estilo barroco italiano. O barroco se desenvolve para uma forma instrumental que alterna entre partes do tutti (ripineo) e do solo (concertino) e terminando com um rondó que emprega o tutti com o mesmo tema. 

O galante estilo clássico do compositor Austríaco Wolgang Amadeus Mozart estará representado em mais uma música inédita em Londrina, a Musical Joke K 522, divertimento sinfônico de uma beleza inusitada que utiliza da harmonia e ritmo para parodiar alguns compositores e suas obras. Traz em si melodias lindas e solos de violino e trompa, a piada musical intencionalmente escrita para ser divertida, fica bem caracterizada pela forma como a música termina. A dança húngara nº5 de Johannes Brahms é uma melodia cigana linda que dispensa comentários de beleza, exige sintonia do grupo pois o andamento passa por alterações características desconcertantes que variam entre o apaixonado, eletrizante e determinado. Concluindo e desejando a todos um feliz natal e próspero 2013 a orquestra termina o concerto com a canção natalina Jingle Bells. 

O concerto da Orquestra Prelúdio UEL tem por objetivo desenvolver pedagogicamente a inclusão e o aperfeiçoamento técnico e artístico, este associado a um trabalho voltado para o desenvolvimento das habilidades específicas relacionadas ao instrumento e à prática de orquestra pelo jovem. 

Juraci Barbosa


Programa

Abertura


· 1° Movimento do Concerto para violino in Eb Major (La tempesta di Mare)


Compositor: Antonio Lucio Vivaldi


Solista:
Gustavo Henrique Bruniera Soares



· Concerto para violoncelo

Compositor: Joseph Bodin de Boismortier


Solista: Arthur Alves


· Divertimento (a Musical Joke)

Compositor: Wolfgang Amadeus Mozart, 1787 k 522

Solista: Johanny Veiga Barbosa


· Dança Hungara nº 5

Compositor : Johannes Brahms


· Silent Nigth

Compositor: Franz Gruber


· Jingle Bells

Compositor: Traditional